Mãe da Salvação

O Papa da Igreja Católica Apostólica Romana, até a sua morte, é o Papa Bento XVI, ocultado e silenciado pelos poderes ocultos. Após a sua morte, o Trono de Pedro permanecerá vacante por um tempo. Petrus Romanus, o Pontífice Máximo, guiará a Igreja Remanescente no período da Grande Tribulação.

O Concílio Vaticano II e as idéias modernistas

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Concilio Vaticano II

Quando se estuda a história da Igreja Católica, não é difícil encontrar literaturas que mostram o quanto ela sofreu com ataques e perseguições de pessoas, Reis e governantes poderosos. Ainda hoje, a Igreja Católica é alvo não só por agentes externos, mas também por parte de sua hierarquia interna, com o objetivo de deformá-la e distorcer os verdadeiros ensinamentos de Cristo. Tentam aniquilá-la implementando ideologias, alterando estatutos, introduzindo falsos ensinamentos e alterando os ritos litúrgicos.

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Ecumenismo – João Paulo II beija o livro Corão

A introdução do Vaticano II

A introdução do Vaticano II, por João XXIII permitiu amplamente a disseminação das idéias modernistas em todo o clero e nos mais diversos níveis da hierarquia da igreja por todo o mundo. O ecumenismo defendido por alguns papas, incluindo João Paulo II e Bento XVI, contribuíram para a degradação da Igreja Católica fundada por Cristo, rebaixando-a ao nível das demais religiões.

O modernismo é um somatório de todas as heresias, diz o Papa Pio X. Deveria-se ser unidas no modernismo todas as principais doutrinas filosóficas com os ensinamentos da Igreja. Dentre elas estão o evolucionismo (tudo está em desenvolvimento) e do agnosticismo, que eventos sobrenaturais não pode ser detectado de forma confiável, até mesmo Deus, céu e inferno. Uma outra é a teoria da libertação que trata-se de uma heresia materialista, apresentando uma visão do mundo contrária à da doutrina da Igreja Católica e disfarçados com vocabulário aparentemente cristão.

O ecumenismo é uma palavra usada antes do Concílio Vaticano II para indicar o compromisso apostólico de converter todos ao catolicismo. Concílio “ecumênico” é um concílio geral universalmente vinculativo da Igreja Católica, como o Concílio de Trento. Depois do Concílio Vaticano II e, como resultado dele, o termo assumiu um novo significado. O “ecumenismo” agora descreve o movimento para a igreja unir-se com, aceitar, endossar e/ou orar com seitas heréticas e falsas religiões.

Infelizmente, na igreja católica, continua-se a promover o falso ecumenismo religioso. Evangélicos Protestantes, islâmicos, Judeus, hindus, budistas entre outras, formam agora uma grande comunidade, que está muito longe da verdadeira Vontade de Jesus Cristo.  A Sua Vontade é reunir todos os povos num só rebanho na Sua Única, Verdadeira Católica e Apostólica Igreja.

Mas o número daqueles que afastam da verdadeira doutrina católica aumenta consideravelmente. Além disso, o cenário de apostasia e distorção das verdades do catolicismo e a contaminação de grande parte dos pastores da Igreja Católica, mergulhados no modernismo, contribuem, também, para que os fiéis abandonem a verdadeira fé. Os que ainda resistem, por se prenderem à fé, são lentamente conduzidos, sem ter qualquer noção, para o caminho do engano e da confusão.

Porque este cenário de destruição está a acontecer dentro da igreja?

Os comunistas e os maçons tem sempre feito esforços para infiltrarem-se na Igreja Católica e designaram um grande número de seus homens para fazerem parte do sacerdócio e em altos cargos da igreja com o fim de debilitá-la e atacá-la. O Papa Leão diz no Dall’alto, #2, 15 de outubro de 1890, que estas pessoas são “possuídas pelo espírito de Satanás, do qual são instrumento, ardem como ele de ódio mortal e implacável a Jesus Cristo e à sua Obra; e esforçam-se por todos os meios em derrubá-la e eliminá-la”.

Para alcançarem seus objetivos introduzem ideologias modernistas e promovem o ecumenismo das igrejas. Na sociedade, destroem os princípios éticos judaico-cristãos nos sistemas normativos da atualidade. Estes valores universais evoluíram ao longo da história e são imutáveis e, como uma bússola, vem contribuindo para o aprimoramento dos Direitos Humanos, tanto no âmbito interno das nações, como no plano internacional. A ética cristã se destaca, portanto, como princípio norteador para o fortalecimento do moderno Estado democrático e humanista de direito. Sem estes, a humanidade corre o risco de retroceder à barbárie, tornando a pacificação social e a busca da plena justiça, na atualidade, um ideal impossível de ser alcançado[1].

O estado do Clero e da Liturgia da Igreja Católica

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Vestem-se como um palhaço num absoluto escárnio de Deus.

A mudança no comportamento dos sacerdotes devido ao modernismo, tem sido acompanhada por diversos escândalos, sendo alguns até mesmo de conhecimento público. Muitos perderam a fé e outros já não se interessam mais pela palavra de Deus. Alguns celebram missa-palhaço. Outros quase nus, enquanto dançam à volta do Altar ou fazendo outros abomináveis atos de equilíbrio. Na Alemanha, por exemplo, já não há sequer um bispo que não esteja envolvido com a maçonaria.

Alterações profundas também foram feitas na liturgia, como por exemplo, descrito naquilo que se chama Sacrosanctum Concilium, concluído por Paulo VI. Dentre alguns pontos publicados neste documento encontra-se a supressão da Missa Tridentina tradicional, por uma nova ordem da Missa, a “Nova Missa” ou Novus Ordo Missae. A “Nova Missa”, por si só, tem sido a responsável pela saída de milhões de pessoas da Igreja Católica. Abaixo encontra-se uma das alterações implementada nas palavras no Ato da Consagração.

“…QUE SERÁ DERRAMADO POR TODOS VÓS PARA REMISSÃO DOS PECADOS”. Retirou-se a palavra MUITOS e colocaram TODOS.

As palavras de Consagração originais são:

“…QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS”.

Estas alterações, como as da Consagração citada acima, jamais se pode alterar, nem mesmo um Jota, pois são palavras de Consagração de Nosso Senhor Jesus Cristo. E ainda hoje nas igrejas modernistas se utiliza a palavra “todos” ao invés de admitir a palavra “muitos”. Jesus salva a todos? Sim, mas nem todos tem dito “sim” para esta Salvação, apesar de Jesus querer que todos retornem para o Seu Amoroso Coração.

Devemos nos afastar da Igreja modernista, mas nunca da Verdadeira Igreja de Cristo

Não é desejo de Deus que nos afastemos da Verdadeira Igreja de Jesus Cristo, mas sim do modernismo da Igreja Católica. Seguir as práticas da igreja modernista é condenar-se à perdição. O panorama de grande confusão, incredulidade e distorção dos ensinamentos de Cristo se espalha até os mais altos níveis da hierarquia da Igreja. É indispensável a Graça de Deus para orientar os fiéis no caminho de Sua Verdade. Em diversas Mensagens, o Pai Celestial, Jesus Cristo e Sua Santíssima Mãe pedem para os fiéis afastarem, urgentemente, destas práticas modernistas e de seus respectivos pastores. E deixa bem claro que os sacerdotes que desejam verdadeiramente abraçar a verdadeira fé católica, devem celebrar a Santa Missa Tridentina, segundo Pio V.

A obediência à Francisco e à hierarquia da igreja modernista

O concílio Vaticano II abriu caminho para as alterações profundas que se vê hoje na Igreja Católica. Uma delas é a promoção do ecumenismo em estágio avançado promovido pelos últimos papas, incluindo Francisco. Francisco, além de promover o ecumenismo abertamente, não mais se compromete com o magistério da Igreja Católica. Muito de seus discursos não vão mais de encontro com os ensinamentos defendidos por outros Santos Papas, como São Pio X.

Porque celebrar a Missa no Rito Tridentino?

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Papa São Pio X celebra Santa Missa

A Missa no latim tradicional, canonizada pelo Papa Pio V, é o culto mais sagrado no rito Romano da Igreja católica. Em sua Bula Quo Primum Tempore, em 1570, Pio V proibiu qualquer tipo de alteração à esta missa dizendo:

“Pois bem: a fim de que todos abracem e observem em todas partes o que lhes fora transmitido pela sacrossanta Igreja Romana, Mãe e Mestra das demais Igrejas, no futuro e pela perpetuidade, proibimos que se cante ou se recite outras fórmulas que não aquelas em conformidade com o Missal editado por Nós… Assim pois, que absolutamente a nenhum homem seja lícito infringir, nem por temerária audácia opor-se a esta página de Nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição. Mas se alguém, contudo, se atrever a atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na ira de Deus omnipotente e dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo” (Papa São Pio V, Quo Primum Tempore, 14 de Julho de 1570).

As observações de Pio V foram negadas, principalmente após introdução do Vaticano II, pelo então papa João XXIII. Mas esta sempre foi a única Santa Missa válida, segundo a vontade de Deus, e a única onde o Seu Filho realmente se transubstancia.

A contra reforma litúrgica, para retornar toda a atual celebração para o Rito segundo Pio V, foi iniciada por Bento XVI, mas esta, acabou por sofrer várias resistências internas. O próprio Bento XVI, em seu pontificado, acabou também por não celebrar o Santo Rito desta Missa, segundo Pio V.

O que fazer diante desta crise da fé na igreja

Devemos fugir do Modernismo e celebrar a Missa Tridentina no Rito Pio V nas paróquias em que estas são realizadas. Além da Santa Missa, segue-se outras ações conhecidas, como o jejuar, confessar, expiar pelos pecados dos homens (principalmente sacerdotes), adoração ao Santíssimo e rezar o Santo Rosário diariamente.

Consagre-se sempre ao Imaculado Coração da Virgem Maria, utilize todo o tempo para estar em comunhão com Jesus e pedindo o discernimento ao Espírito Santo. O ambiente de oração, fé e confiança em Deus são muito importantes neste momento em que o caos tende a se intensificar. O Pai Celestial é o Soberano sobre o mundo e tudo se encontra em perfeita harmonia com Seu Plano, mesmo neste caos.

Referências

1 – Ética Judaico Crista e sua influencia no direito

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