Mãe da Salvação

O Papa da Igreja Católica Apostólica Romana, até a sua morte, é o Papa Bento XVI, ocultado e silenciado pelos poderes ocultos. Após a sua morte, o Trono de Pedro permanecerá vacante por um tempo. Petrus Romanus, o Pontífice Máximo, guiará a Igreja Remanescente no período da Grande Tribulação.

A comunhão na mão é um pecado grave

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“Por respeito para com este Sacramento, nada Lhe toca, a não ser o que é Consagrado.” (São Tomás de Aquino)

A comunhão na mão é um pecado grave na Igreja. Nunca o Papa Paulo VI quis introduzir essa doutrina, mas que foi imposta por muitos Bispos rebeldes e desobedientes ao Papa. Daí nasce toda a decadência na liturgia; daí nascem todos os pecados na Igreja. Porque se toca a Deus sem ter as mãos consagradas, então se tem uma terrível heresia na Igreja. Deus tem posto o sacerdote para a Eucaristia, não só para consagrá-la, mas também para administrá-la. Só as mãos do sacerdote podem manejar a Eucaristia, pelo dom que tem do Senhor. Um dom só para ele, não para os demais. Os demais podem receber a Eucaristia, mas não tocá-la porque não podem consagrá-la. Quem consagra a Eucaristia, a toca e a dá. Quem não a consagra, não a toca e não a dá. Consagrar a Eucaristia significa engendrar espiritual e misticamente a Cristo no Altar. E, portanto, para fazer isso, é necessário um dom exclusivo a pessoa. Não é um dom geral nem privado. Não é uma graça que possa ser compartilhada por outros. É um dom para essa pessoa, porque nada pode tocar a Deus se Deus não dá a graça a ele. Portanto, a comunhão na mão é doutrina, não só dos homens, mas do demônio. E essa doutrina é para um fim: acabar com a Eucaristia. Se já todo o mundo pode tocar a Deus, então todo o mundo pode administrar a Eucaristia e realizar uma missa; quer dizer, realizar liturgias em que os fieis, os leigos e os sacerdotes dão uma comida na Igreja, mas não a Eucaristia, que é o que hoje vemos por todas as partes. Dessa maneira, o sacerdócio vai-se suprimindo e a adoração a Deus vai desaparecendo, porque antes temos que ser amigo de Deus, irmão de Cristo, que adorador da Eucaristia.

Só as pessoas consagradas podem tocar a Eucaristia: diáconos, sacerdotes, Bispos. Em casos particulares e graves, em que a pessoa consagrada não possa dá-la, se recorre a um ministro extraordinário. Mas só em casos graves, não, como hoje se faz, como um ministério a mais na Igreja. Todos, em casos graves, podem tomar a Eucaristia com a mão. Tem havido santos que não ousaram fazê-lo quando viam a Eucaristia no chão e a recolhiam com sua língua, por amor que tinham à Eucaristia porque sabiam o que é Cristo na Eucaristia. Hoje em dia, há muita margem de manobra nisto dos ministros extraordinários e, por isso, vemos o que vemos. Nenhuma mulher pode ser ministro extraordinário. Só homens. Mas, na prática, se observa na Igreja muita desordem. Muitos sacerdotes são homens de despacho e delegam a outros o levar a Eucaristia aos enfermos, etc. É um grande pecado e uma grande desordem que vem desta doutrina da comunhão na mão. Qualquer um pode tocar a Cristo e, então, qualquer um pode consagrar a Cristo. Isto é diabólico.

São Tomás de Aquino, o Doutor Comum da Igreja Católica (1225-1274), ensina as razões teológicas que embasam o direito divino de tocar o Sacramento da Eucaristia somente por quem é consagrado, no caso, os sacerdotes:

“A distribuição do Corpo de Cristo cabe ao padre por três motivos. Primeiro, porque… é ele que consagra assumindo o lugar de Cristo. Ora, o próprio Cristo distribuiu o seu Corpo durante a Ceia. Portanto, assim (como) a consagração do Corpo de Cristo cabe ao padre, é também a ele que cabe a sua distribuição. Segundo, porque o padre foi instituído intermediário entre Deus e os homens. Por conseguinte, como tal, é ele que deve encaminhar a Deus as oferendas dos fiéis e também levar aos fiéis as dádivas santificadas por Deus. Terceiro, porque, por respeito por este Sacramento, ele não é tocado por nada que não seja consagrado. Por causa disto, o corporal e o cálice são consagrados e igualmente as mãos do padre o são, para tocar este Sacramento. Assim, nenhuma pessoa tem o direito de o tocar, a não ser em casos de necessidade como, por exemplo, se o Sacramento cair no chão, ou casos semelhantes” (Summa, III pars, Qu. 82, art 3).

São Tomás ensina claramente que compete ao sacerdote, e só a ele, tocar e ministrar a Sagrada Hóstia, e que “só o que é consagrado” (as mãos do sacerdote) “devem tocar o Consagrado” (a Hóstia Sagrada).

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