Bergoglio (112)

Bergoglio se aproveitando da epidemia do Coronavírus para levar a cabo o seu Programa de desmonte dos Sacramentos. Nunca se viu um Papa encorajar os fiéis a fazer uma má confissão “diretamente com Deus” sem explicar adequadamente que existem requisitos para fazê-lo.

Em epidemia do Coronavírus a nível mundial, causada pelos pecados graves de idolatria (culto idolátrico da Pachamama administrado por Bergoglio e seus colaboradores infiéis do Vaticano e continuado pelos seus seguidores no mundo inteiro) e de outros pecados contra os Mandamentos da Lei de Deus, Bergoglio segue em frente com o seu programa maçônico de desmonte dos Sacramentos e de unificação de todos os credos na igreja apóstata que ele está fundando.[1]

Bergoglio mente, contradiz e confunde o ensino da Santa Igreja sobre o dever dos fiéis de confessarem os seus pecados graves, principalmente na falta de sacerdotes, e mesmo diante de tempos de doenças e epidemias. O Ensino do Catecismo nos diz:

“Conforme o mandamento da Igreja, ‘todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar seus pecados graves, dos quais tem consciência, pelo menos uma vez por ano’. Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental, a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor. As crianças devem confessar-se antes de receber a Primeira Eucaristia” (CIC 1457).

“Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com confissão e absolvição gerais. Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o ou os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também apresentar-se quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes, sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça Sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso, os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados graves no devido tempo” (CIC 1483, grifos nossos).

Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a igreja deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e de que se lembra depois de examinar cuidadosamente sua consciência. Mesmo sem ser necessária em si a confissão das faltas viniais, a Igreja não deixa de recomendá-la vivamente (CIC 1493).

Nunca se viu um papa encorajar os fiéis a fazer uma má confissão “diretamente com dois” sem explicar adequadamente que existem requisitos essenciais da Igreja para fazê-lo. As pessoas ficam com a primeira coisa, que é o que a mídia divulga, e isso sabem muito bem os comunicadores, líderes como este homem.

Bergoglio continua avante com o seu programa de desmantelamento dos Sacramentos para moldar uma igreja mundana voltada para a união de todos os credos em uma celebração de “respeito humano”, ao gosto do politicamente correto da atual sociedade secular que é voltada para o culto do homem no lugar de Deus.

Referências

[1] https://www.religiondigital.org/el_papa_de_la_primavera/Papa-confesarse-directamente-Dios-sacerdotes-coronavirus-francisco-vaticano-santa-marta_0_2214978482.html