Legítima Defesa (1)

PODE UM CATÓLICO DEFENDER O ARMAMENTO?

Página Facebook CaiaFarsa Dos Hereges, 6/10/2018 | Pequena adaptação Mãe da Salvação

A resposta é SIM. Quando defendemos o direito ao armamento, estamos defendendo o direito à Legítima Defesa nossa e de outrem, não estamos defendendo a morte de ninguém, até porque, na legítima defesa a morte do agressor não é premeditada. Até mesmo no Vaticano, o Papa tem a sua segurança com a guarda suíça devidamente armada.

“A ação de defender-se pode acarretar um duplo efeito: um é a conservação da própria vida, o outro é a morte do agressor.” (S. Tomás de Aquino, S. Th. II-II, 64,7).

Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica:

§1909 Por fim, o bem comum envolve a paz, isto é, uma ordem justa duradoura e segura. Supõe, portanto, que a autoridade assegure, por meios honestos, a segurança da sociedade e a de seus membros, fundamentando o direito à legítima defesa pessoal e coletiva.

§2265 A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade. 

Antes de virem com achismos, leiam os documentos oficiais da Santa Igreja Católica que não condenam o uso de armas para a legítima defesa, principalmente a Constituição Pastoral Gaudium et Spes (79).

Recomendamos também este excelente vídeo do grandiosíssimo Pe. Paulo Ricardo: Parresía – Igreja Católica e o Desarmamento:

Fonte: https://www.facebook.com/CaiafFarsa/photos/a.360446321195230/611008609472332/?type=3&theater

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