Por Gabriel Ariza | Infovaticana, 26/08/2018 | Tradução: Mãe da Salvação

Embora houvesse 500.000 pessoas que se registraram para comparecer, o comparecimento não excedeu 150.000.

Encontro Mundial das Famílias (1)

Durante a Santa Missa celebrada por Francisco nesta tarde em Dublin, a segunda leitura foi cortada para censurar a frase em que São Paulo, na carta aos efésios, pede às mulheres que se submetam aos seus maridos.

A leitura correspondente ao dia de hoje na Igreja Católica é esta:

Leitura da carta do Apóstolo São Paulo aos Efésios (5,21-32)

Mulheres e maridos

Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo.

Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador.

Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.

Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.

Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo.

Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo.

“Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne.”

Este é um mistério profundo; refiro-me, porém, a Cristo e à igreja.

No entanto, durante a Missa de encerramento do Encontro Mundial das Famílias realizado na Irlanda e organizado pelo Vaticano, presidido pelo Papa, a parte em que São Paulo ordena que as mulheres se submetam aos seus maridos foi omitida intencionalmente, e o texto lido foi este:

Leitura da carta do Apóstolo São Paulo aos Efésios (5,21-32)

Irmãos, vivam o amor como Cristo os amou. Maridos, amem suas mulheres como Cristo amou sua Igreja. Ele se entregou a si mesmo por ela, para consagrá-la, purificá-la com o banho de água e a palavra, e colocá-la diante de si gloriosa, a Igreja, sem mancha nem ruga nem nada semelhante, mas santa e imaculada. Assim devem também os maridos amar suas mulheres, como corpos seus que são. Amar a esposa é amar a si mesmo. Pois ninguém jamais odiou sua própria carne, mas que lhe dá alimento e calor, como Cristo faz com a Igreja, porque somos membros de seu corpo. “Por isso abandonará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne”. É este um grande mistério: e eu me refiro a Cristo e à Igreja.

No vídeo da Missa em Dublin, a partir de 36:32 verão essa leitura:

 

 

 

 

 

 

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