icatolica.com | Artigo original de 22 de dezembro de 2016

Com adaptações do Editor

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Para a Festa do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, nos dias 24 e 25 de dezembro de 2016, os inimigos de Deus e da Igreja estão preparando uma celebração apóstata.

A Liturgia Diária da Paulus, nesse Natal, prega um sincretismo com Buda e Lao-Tsé, uma grande apostasia, um pecado de idolatria e uma grave heresia:

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Eis a música apóstata da fé católica na Liturgia da Paulus para o Natal, impresso no folheto acima:

Anúncio do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo

Música (adaptção do Gregoriano): Frei Telles Ramon, O. de M.

Adaptação (inculturação): Marcelo Barros

Milhões e milhões de anos depois que Deus, no princípio,

criou o céu e a terra e fizera o homem e a mulher à sua imagem.

Muitos séculos depois de ter cessado o dilúvio,

quando o Altíssimo fez resplandecer no céu o arco-íris, sinal de aliança e de paz.

Dois mil anos depois do nascimento de Abraão, nosso pai.

Mil e trezentos anos depois que o povo de Israel,

sob a guia de Moisés, saíra do Egito.

Cerca de mil anos depois da unção de Davi como rei,

enquanto, no México, os ameríndios construíam a cidade dos deuses;

Novecentos e cinqüenta e quatro anos desde a dedicação do templo de Jerusalém por Salomão.

Seiscentos anos depois que o Espírito de Deus revelava o brilho de seu esplendor na China a Lao-Tsé;

na Índia, a Buda, o Iluminado; e, no ocidente, inspirava a sabedoria grega.

Quinhentos e trinta e oito anos desde a volta de Israel do cativeiro da Babilônia.

Na sexagésima quinta semana, segundo a profecia de Daniel;

na Olimpíada cento e noventa e quatro;

no ano setecentos e cinqüenta e dois da fundação de Roma;

aos quarenta e dois anos do Império de Otávio Augusto,

estando toda a terra em paz, na sexta idade do mundo,

Jesus Cristo, Deus Eterno, Filho do Eterno Pai,

querendo consagrar o mundo com sua santíssima vinda,

tendo sido concebido do Espírito Santo,

decorridos nove meses após a sua concepção,

em Belém de Judá, nasceu da Virgem Maria feito homem.

Eis o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne!.

Venham, adoremos o Salvador!

O brilho do esplendor de Deus e sua iluminação verdadeira é Jesus Cristo, nosso único Senhor, fora do qual não há salvação.

Não existe salvação em nenhum outro, pois debaixo do céu não existe outro nome dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos. (Atos 4, 12)

Os fiéis que assistirão a Santa Missa neste Domingo de Natal terão a infelicidade de contemplar mais uma travessura da editora Paulus. A editora que tem o prazer de destruir o rito romano com seus folhetinhos litúrgicos, desta vez grita sua guinada vexaminosa a apostasia.

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A edição de “O Domingo” e da “Liturgia diária” (pág. 80) do dia 25/12/2016 traz uma surpresa ao anúncio do Natal. O piedoso anúncio da Igreja foi substituído, ou nas palavras da editora “inculturado”. A voz da mãe Igreja é substituída pelo diálogo ecumênico, e ora vejam, desta vez o aniversariante receberá as felicitações natalícias do capeta. Quantas coisas o capeta teria a dizer a Jesus, não é mesmo? Que cena comovente! Trata-se de uma piada que arrancará belas gargalhadas do seu público desde o inferno. Sem dizer com que autoridade faz isso, a editora introduz um texto novo ao anuncio de Natal. Trata-se de uma fraude, evidentemente. O texto diz insanidades a olhos nus, mas gostaria de destacar a parte mais esdrúxula:

“Seiscentos anos depois que o Espírito de Deus / Revelava o brilho do seu esplendor na China a Lao-Tsé; Na Índia, a Buda, o Iluminado; e, no ocidente, inspirava a sabedoria grega.”

O texto é extraído da canção “Cristo, clarão do pai”, da Paulus.  Ora, ora, pois, pois. Quer dizer que o Espírito Santo inspira Buda e Lao-Tsé? Segundo o folheto O Domingo, sim. Caberia perguntar o por que este mesmo “espírito” não inspira vocês a tomarem seus rumos e irem para bem longe da estrutura católica. Não digo da Igreja, pois desta é evidente que já não estão. Vão ser felizes bem longe da Igreja. Parem de por minhoca na cabeça do povo ignorante!

É evidente que esta tragédia toma ares de autoridade devido à aquele vídeo escandaloso do ecumenismo produzido pelo Vaticano, mas isto é um blefe. Neste momento, as múmias do relativismo estão com suas placas doces babando de ódio e dizendo: “Não julgueis”.  Muito bem, me respondam como que vocês podem pedir que eu não julgue se me julgam por julgar? Hipócritas.

Padre Marcelo Tenório:

Caríssimos,

Salve Maria!

Não é de hoje que as edições da Paulus editam livros nada católicos. As doutrinas mais heterodoxas e heréticas mesmo, podem ser encontradas em suas livrarias. Agora resolveram atacar contra a sagrada Liturgia. Nas Kalendas,  encontramos a citação de Buda, o iluminado e de Lao-Tse.

Fiquem tranquilos, talvez no próximo ano apareça também Lutero, o Pai da Reforma. (Pe. Marcelo Tenório, Da Mihi animas, 20/12/2016)

Atenção ao texto das “Kalendas” de Natal

Atenção ao texto das “Kalendas” de Natal, ou como tem sido chamado “anúncio de Natal”, publicado pela Liturgia Diária da Editora Paulus.

Respeitemos a todos, em suas crenças, mas estamos tratando da Liturgia Católica Romana! Não há autoridade na Igreja que corrija tais abusos? Se um sacerdote usa um manipúlo é tido de louco pra lá… se um Bispo usa dalmática (paramento prescrito inclusive) é tido como ultraconservador. Se um padre usa uma alva com rendas é chamado de “efeminado”… e quem comete essas aberrações, blasfêmias, idolatria, do que deve ser chamado? Que punição recebe?

Que o povo católico não use desse subsídio nessas festas e, se possível, deixe de assinar essa “revistinha”, que poderia fazer muito bem, mas continua a ser instrumento do clero e do episcopado que age como colaboradores de Satanás. Sim, auxiliares do Diabo!

Ora, a “Liturgia Diária” passa pela aprovação de bispos. Eles devem assegurar o depósito da fé inalterado. Mas, o dinheiro sempre fala mais alto. E não só no Congresso Nacional. Na CNBB também. Pena que por causa dos pecadores pagam os inocentes.

Ora, por que permitir que linhas teológicas de pensamento sejam apresentadas às nossas comunidades, como são os defensores da Teologia da Libertação?

Para os adeptos da Teologia da Libertação, se o caso é defender ideologias, coloque-se o texto das Kalendas, o original, em latim. O que é absurdo é “impor” à assembléia católica romana algo que lhes é completamente estranho. Sabemos que infelizmente nosso povo, por culpa nossa, de nós, seus pastores, padres e bispos, já pouco conhece da fé católica. E ainda, em um momento em que muitos acorrem à Igreja para assistir a Santa Missa, se deparam com temas que lhes são estranhos, liturgia cheia de elementos estranhos a fé católica, que ora se a um templo evangélico, ora se assemelha a um terreiro de religiões de matrizes africanas e ora se aproxima de uma apresentação circense.

Por Cristo, há um livro chamado “Missal Romano”. Basta seguir as orientações ali descritas que a Santa Missa será celebrada como a Igreja o deseja. E o que ali falta de orientações, basta procurar no “Cerimonial dos Bispos” e nos vários documentos que existem acerca desta matéria. Vale a pena também uma leitura atenta sobre a Sagrada Liturgia,escrita por ocasião do Concílio Vaticano II. Afinal, cometem-se tantas atrocidades em nome do Concílio, mas muitos sequer conhecem qualquer documento conciliar.

A resposta para tantos questionamentos está no conhecimento da fé católica e de sua prática. “Lex orandi,lex credendi!”

Resposta da Editora Paulus

Diante da perplexidade e indignação dos fieis e de parte do clero da Igreja, a Equipe de Liturgia da Editora Paulus respondeu por email o pedido de esclarecimentos do abuso litúrgico para o Natal. A reposta por conta da citação de Buda e Lao-Tsé nas Kalendas de Natal não podia ser pior:

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Segundo o blog Instituto Bento XVI, a editora quando indagada sobre o conteúdo pelo padre Nildo Leal, se justificou: “é uma composição do renomado teólogo biblista católico Marcelo Barros, monge benedito, o qual se baseou no texto original do precônio de Natal e o inculturou”. Entendi. Busquei saber quem era o super-hiper-mega-master-blaster que escreveu tão fabuloso texto, afinal, a Paulus deve achá-lo alguém de confiança. O encontrei no Facebook. Que tragédia! Um monge comunista, defensor do Jean Wyllys e do MST. Mas uma joia recomenda outro e bingo: Vi que o Leonardo Boff o indicara fortemente. Assisti uma entrevista dele ao Jô Soares, onde ele elogia Dom Helder por ter permitido que uma prostituta se entregasse a um presidiário, de graça, digamos que por caridade. Que lindo!

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É esse o cuidado desta editora para com as almas! Lamentável.

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Como se vê, o responsável pela desastrosa tradução publicada pela editora Paulus, foi o pseudo monge Marcelo Barros, fanático pela teologia da libertação e pelo sincretismo religioso. Entre os muitos absurdos cometidos por ele está o de se vangloriar de manter uma mãe de santo como ministra extraordinária da comunhão no mosteiro onde mora. Agora fica a pergunta: De onde saem tantos hereges na igreja do Brasil e principalmente por que gozam de tanto prestígio e autoridade enquanto os bispos e padres fieis estão fadados à perseguição e ao ostracismo?

Dom Henrique Soares, bispo famoso por sua ortodoxia, declarou no Facebook:

Lamentável que a Liturgia no Brasil continue sendo sequestrada por “liturgistas” que se acham no direito de inventar pantomimas que nada têm a ver com o rito romano e a liturgia no seu sentido autêntico! O folheto O Domingo traz um aberrante anúncio de Natal, que mete arbitrariamente elementos estranhos ao texto original… Elementos de elaboração teológica discutível… O livreto das Edições da CNBB propõe arbitrariamente para a Missa da Noite do Natal que esteja na igreja o Círio Pascal! Nada disso é legítimo! É invenção! O Povo de Deus não precisa dessas arbitrariedades para bem celebrar o Mistério! Este pessoal tem que compreender que não cabe a qualquer um inventar modinhas litúrgicas! Lamentável! Depois se reclama das reações exageradas do lado oposto…

Aliás, falando em Dom Henrique, citamos abaixo um artigo, no qual ele denuncia o perigo que representa para a Igreja no Brasil o tal “liturgista” da Paulus, Marcelo de Barros:

O Sucessor de Boff

Gravem bem este nome: Marcelo Barros. Trata-se de um monge beneditino que não pertence à Congregação Beneditina do Brasil e há algum tempo faz declarações polêmicas no seio da Igreja em terras brasileiras. Há dois anos, criticou dura e amargamente a Declaração Dominus Iesus, aprovada pelo Papa João Paulo II. Esta declaração afirma a fé católica: que Cristo é o único Salvador e a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica. Esta sempre foi e será a doutrina da Igreja. Mas, incomoda hoje a muita gente que gostaria de dizer que tanto faz ser cristão como seguir outra religião e tanto faz ser católico como não ser…

Agora, o monge Marcelo Barros escreveu uma carta aberta ao Papa João Paulo, criticando-o acidamente pela sua última encíclica sobre a Eucaristia. Primeiro faz à Encíclica algumas acusações descabidas e distorcidas, com o verniz de quem quer fazer-se passar por grande teólogo… Depois, mostra candidamente que o seu modo de compreender a missa, o ecumenismo e o ministério de Pedro já não é o mesmo de um fiel católico. Marcelo Barros, hoje, é mais sincretista que católico: confunde ecumenismo e diálogo inter-religioso com relativismo, irenismo e sincretismo.

Só para que o leitor compreenda o que se está afirmando aqui, vale a pena citar o final da carta aberta que o monge encrenqueiro manda ao Papa:

“Formado na teologia e espiritualidade do Concílio Vaticano II, reconheço o senhor como bispo de Roma e primaz da unidade entre as Igrejas mas não como um super-bispo ou definidor da fé das pessoas. Aceito o primado do papa como ministério querido por Deus, mas isso não inclui a nomeação dos bispos, nem a definição de um direito universal, ou um catecismo de doutrinas que todos os católicos do mundo devam crer. Por que impor a todas as Igrejas um modelo único de ministérios e uma única liturgia: a romana? Não estaria mais de acordo com a verdade da eucaristia promover a vida e a liberdade de todos? Seria o testemunho: cremos que, assim como as muitas espigas formam um só pão, Deus faz da diversidade das Igrejas e da variedade das celebrações, a unidade de uma só comunhão. Deixo ao senhor e aos irmãos que lerem estas linhas estas perguntas e fico orando por nossa Igreja para que seja como afirmaram, um dia, os bispos da América Latina: “uma Igreja autenticamente pobre, missionária e pascal, desligada de todo o poder temporal e corajosamente comprometida na libertação de todo o ser humano e de toda a humanidade (Medellin. 5, 15 a). O irmão Marcelo Barros”.

Apesar de chamar o Papa de “irmão João Paulo II” – que já não é muito apropriado para um católico sério: como recordava o grande teólogo do ecumenismo Jean-Marie Tillard, os apelativos de “Papa” e “Santo Padre” têm um sentido tão belo! – o tom da carta ao “Irmão Papa” é debochado e desrespeitoso, próprio de quem quer aparecer, fazendo sucesso e sendo estrela às custas da unidade da Igreja! Para gerar polêmica, ele mete no mesmo saco, em tom irônico e debochado o problema do celibato dos padres, da ordenação de mulheres, do sentido teológico da missa e da comunhão, do catecismo da Igreja… Ele deveria cantar com os pagodeiros do “Só pra contrariar”…

A missão do teólogo é refletir sistematicamente sobre a fé, fazendo-a compreensível ao homem de cada época e, por outro lado, interpelar a fé, fazendo-a ouvir e compreender as questões dos homens de cada tempo e lugar, de cada realidade concreta. Esta tarefa é árdua e muitas vezes conduz a tensões entre teólogos e pastores da Igreja. Até aí, nenhum problema… Mas um teólogo verdadeiramente católico faz este trabalho sem debochar do Papa e do Magistério, sem querer dar uma de Grande Mestre, a quem o Papa e a Igreja devem prestar contas. Marcelo Barros, pelo que parece, está querendo polêmica para fazer nome. Quer ser o Sucessor de Boff, em guerra contra o Sucessor de Pedro! Dá audiência, vende livro, faz sucesso, rende convites para conferências, atrai holofotes. Mas, cuidado! Os tempos são outros! Os católicos da América Latina e a grande maioria do clero não estão dispostos a seguir um profeta de si mesmo! Não mais! Já sofremos muito com divisões internas e inúteis na Igreja.

Gravem bem esse nome: Marcelo Barros. Quando ouvirem que a Santa Sé reclamou do que ele anda falando e o chamou para conversar, e os jornais – que adoram dividir a Igreja e fazer sensacionalismo às custas dos católicos – começarem a dizer que ele é perseguido e injustiçado, que ninguém vá na onda: ele estará somente colhendo o que plantou e recebendo o que merece. Foi ele mesmo quem, há dois anos, vangloriou-se de ter como ministra da comunhão no seu mosteiro uma mãe-de-santo; E achava isso a coisa mais linda e natural… e explicava o motivo: lá e cá é o mesmo Deus, lá e cá ela faz a mesma experiência religiosa… os seus dois “ministérios” se completam! Que lindo! E uma cabecinha dessas quer que o Papa engula e aceite tais aberrações!

A Igreja é a Casa da liberdade em Cristo, mas não é Casa da Noca. É espaço de diálogo, mas não de aventuras individuais. A comunhão leal e efetiva na mesma fé, na proclamação do Senhorio de Cristo como único Salvador, um respeito leal e criterioso ao magistério e aos legítimos pastores, a adesão sincera e convicta à fé católica, segundo a qual o Papa é Sucessor de Pedro e, como tal, Pastor supremo da Igreja, são pressupostos indispensáveis para um católico… ainda mais se se trata de um padre e de alguém que pretende ser teólogo católico.

Vale lembrar que não é de hoje que a editora Paulus utiliza de seus folhetos para realizar a revolução cultural dentro da Igreja. O histórico das famosas “orações da assembleia”, em geral, não são mais do que convulsões dos dinossauros da Teologia da Libertação.

Por isso, recomendamos que se você não quiser ficar refém destes abusos cometidos frequentemente seja no Semanário “O Domingo” ou na “Liturgia Diária” da Paulus, que cancele sua assinatura e migre para uma outra editora que transmita com fidelidade aquilo que é direito seu: a liturgia católica, pois além de cristão, você paga para receber uma assinatura com conteúdos de qualidade. Tal arbitrariedade profana, trará infelizmente e sem dúvida alguma, danos à liturgia do Santo Natal em muitas comunidades.

Do folheto da Paulus, livrai-nos, Senhor!

Outro assinante recebeu semelhante resposta:

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O Padre Augusto Bezerra, assim se expressou:

Resposta da editora Paulus ao pedido de esclarecimento por conta da citação de Buda e Lao-Tsé nas Kalendas de Natal. Não podia ser pior. Recomendaria retirar a assinatura do livreto diante de tal irreverência em ferir a fé católica obstinadamente mudando gravemente um texto litúrgico da noite de Natal. (Pe. Augusto Bezerra, Página pessoal do Facebook, 21/12/2016)

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